Guilherme Wilson
Tenho pedido ao Senhor para fazer-me um vaso utilizável para a Sua obra e Ele mostrou-me que essa era uma maneira, entre outras, em que eu poderia ser útil no Seu Reino. Quero escrever aqui somente aquilo que o Senhor colocar em meu coração e nada de mim mesma. E que, em nome do Senhor Jesus, através desse blog, vidas sejam edificadas mediante o mover do Seu Espírito Santo!
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sábado, 5 de novembro de 2011
Comentando o post " Lar...doce lar?"
Lar... doce lar?
Muitos pais, hoje em dia, esquivaram-se da responsabilidade, instituída por Deus, de educar seus filhos e delegaram a outros (avós, tios, babá, creche, escola, etc.) essa missão tão nobre e importante.
Sabemos que alguns são impedidos de exercer seus papéis, seja por desajustes financeiros ou mesmo por debilidades físicas, mas a grande maioria entrega, deliberadamente, a educação dos seus filhos a terceiros, com o objetivo de galgar patamares mais altos na sociedade e "engordarem seus cofres". Como resultado, ausentam-se de casa e preenchem essa ausência sendo "bonzinhos", evitando "aborrecê-los" e deixando-os livres, sem nenhuma direção, regras e deveres. O amor, demonstrado por eles, vem em forma de presentes e não de presença. Eles aliviam a culpa por não empenharem-se na árdua tarefa de educar, que requer muito empenho, desgaste e tempo, e distribuem presentes e mais presentes. Esses filhos de pais negligentes, tendem a transformar-se em adultos carentes e desajustados.
Cada vez mais flagramos cenas em que os filhos, independente da idade que possuam, manipulam seus pais como se esses fossem marionetes em suas mãos. Eles ditam as normas, exigem coisas, travam embates e chantageiam com veemência, chocando quem presencia.
"A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele"(Provérbios 22.15).
Os pais que não exercem a autoridade devida, apenas cedem aos caprichos dos rebentos rebeldes, evitando uma maior exposição do próprio fracasso.
Sabemos que alguns são impedidos de exercer seus papéis, seja por desajustes financeiros ou mesmo por debilidades físicas, mas a grande maioria entrega, deliberadamente, a educação dos seus filhos a terceiros, com o objetivo de galgar patamares mais altos na sociedade e "engordarem seus cofres". Como resultado, ausentam-se de casa e preenchem essa ausência sendo "bonzinhos", evitando "aborrecê-los" e deixando-os livres, sem nenhuma direção, regras e deveres. O amor, demonstrado por eles, vem em forma de presentes e não de presença. Eles aliviam a culpa por não empenharem-se na árdua tarefa de educar, que requer muito empenho, desgaste e tempo, e distribuem presentes e mais presentes. Esses filhos de pais negligentes, tendem a transformar-se em adultos carentes e desajustados.
"A estultícia está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele"(Provérbios 22.15).
Os pais que não exercem a autoridade devida, apenas cedem aos caprichos dos rebentos rebeldes, evitando uma maior exposição do próprio fracasso.
A modernidade, cercada por toda sorte de inovações, impulsiona o ser humano a viver em busca de mais e mais, sem jamais ser saciado. É como uma gigantesca bola de neve que, aumentada pela incontida ganância, rola cada vez com mais força e velocidade, levando todos aqueles que estão hipnotizados pelo consumismo sem fim. Esse viver empobrece as relações familiares, transformando o lar num lugar onde pessoas desconhecidas, desvinculadas e vazias, apesar de próximas fisicamente, vivam em mundos distintos e distantes, deprimidas, angustiadas e viciadas.
A presença de pais que exercem domínio sobre seus filhos e o admoestam com sabedoria, traz segurança e bem-estar no lar, fortalecendo a relação familiar num todo. Filhos obedientes tornam-se adultos ajustados e felizes.
"Filho meu, guarda o mandamento de teu pai, e não abandones a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo.Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida"( Provérbios 6.20-23).
Para que uma criança realmente possa sentir-se amada, é necessário que haja um pai ouvinte, atento e pronto para auxiliá-la a sanar suas incertezas; um pai que seja autoridade, não autoritário, e que estabeleça normas e condutas, de acordo com a palavra de Deus, que devam ser respeitadas e obedecidas; um pai que compartilhe dos seus receios, vitórias, derrotas e sonhos; um pai que conduza-a com amor e a discipline.
"Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga" (Provérbios13.24).
Principalmente e primeiramente, para que um lar se estabeleça de forma harmoniosa, é imprescindível a presença do Senhor e a observação de Sua palavra. Aos pais cabe a maravilhosa tarefa de ensinar seus filhos a amar, temer e obedecer a Deus.
"Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma; atá-las-eis por sinal na vossa mão, e elas vos serão por frontais entre os vossos olhos;e ensiná-las-eis a vossos filhos, falando delas sentados em vossas casas e andando pelo caminho, ao deitar-vos e ao levantar-vos;e escrevê-las-eis nos umbrais de vossas casas, e nas vossas portas;para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o Senhor, com juramento, prometeu dar a vossos pais, enquanto o céu cobrir a terra" (Deuteronômio 11.18-21).
Esse ensino deve ser ministrado na prática de um viver diário, mostrando em atitudes, sendo exemplo para os filhos em todo o tempo, nas mais diversas circunstâncias. Falar apenas não resolve.
"E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos"(Tiago 1.22)
Os filhos necessitam de pais sábios, atuantes, atentos, que protegem e corrigem, demonstrando, assim, que os ama de verdade.
"Corrige a teu filho enquanto há esperança; mas não te incites a destruí-lo"(Provérbios 19.18).
A palavra do Senhor ensina sobre o modelo familiar correto e ajustado.
"Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém ao Senhor. Marido, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados"( Colossenses 3.18-21).
Se tão somente soubermos ocupar o lugar que nos é devido, posicionando-nos dentro do padrão familiar estabelecido por Deus, todas as peças desse grande quebra-cabeça irão se ajustar e, como uma perfeita engrenagem, todos os comportamentos serão moldados e fáceis de relacionar.
"Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece" ( Provérbios 24.3).
Que a palavra do Senhor seja absorvida pela nossa mente, alcance nosso coração e produza transformação em nossa vida!
Fraternalmente,
Elizette Duque
"Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga" (Provérbios13.24).
Principalmente e primeiramente, para que um lar se estabeleça de forma harmoniosa, é imprescindível a presença do Senhor e a observação de Sua palavra. Aos pais cabe a maravilhosa tarefa de ensinar seus filhos a amar, temer e obedecer a Deus.
"E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos"(Tiago 1.22)
Os filhos necessitam de pais sábios, atuantes, atentos, que protegem e corrigem, demonstrando, assim, que os ama de verdade.
"Corrige a teu filho enquanto há esperança; mas não te incites a destruí-lo"(Provérbios 19.18).
A palavra do Senhor ensina sobre o modelo familiar correto e ajustado.
"Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém ao Senhor. Marido, amai vossa esposa e não a trateis com amargura. Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados"( Colossenses 3.18-21).
Se tão somente soubermos ocupar o lugar que nos é devido, posicionando-nos dentro do padrão familiar estabelecido por Deus, todas as peças desse grande quebra-cabeça irão se ajustar e, como uma perfeita engrenagem, todos os comportamentos serão moldados e fáceis de relacionar.
"Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece" ( Provérbios 24.3).
Que a palavra do Senhor seja absorvida pela nossa mente, alcance nosso coração e produza transformação em nossa vida!
Fraternalmente,
Elizette Duque
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Sociedade em Decadência
"Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios,sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem,traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus" (II Tim.3.1-4).
Sem dúvida alguma estamos vivendo os últimos dias descritos em II Timóteo 3 e podemos perceber claramente a disseminação do pecado na humanidade.
É assustador como as tragédias, naturais ou humanas, já não abalam tanto o ser humano. O caos em que encontra-se a humanidade, torna-a insensível diante das fatalidades. Homicídio, adultério, gravidez precoce, aborto, recasamento, roubo, mentira, suicídio, incêndio, terremoto, desrespeito, epidemia, tsunami, desavença, hipocrisia, terremoto, imoralidade, prostituição, guerras, divórcio, desobediência, injustiça, rebeldia, traição, ganância e tantos outros infortúnios que assolam a sociedade, ficaram banais e corriqueiros.
Vivemos numa sociedade decadente, onde o certo e o errado se fundem e se confundem. O pecado se revela sorrateiro, atenuado, camuflado...
Pecado? O que é isso? Pecado pra quem? Por quê? Será?!
A palavra de Deus vem sendo cumprida dia-a-dia, na íntegra.
Hoje é normal nos depararmos com inúmeros casamentos desfeitos; filhos entregues levianamente ao cuidado de terceiros, enquanto seus progenitores buscam construir um lar baseado em abundância de bens materiais, sem perceber a carência afetiva/emocional/moral/espiritual em que se encontra a família; homens e mulheres confusos quanto à própria sexualidade; maridos débeis, descomprometidos e loucos por poder; mulheres fatigadas entre tantos afazeres (dentro e fora de casa) liderando seus lares, ambos numa corrida louca contra o tempo em busca de mais saber, status, beleza física, dinheiro e reconhecimento, culminando assim com um estresse profundo e destruidor do lar; crianças e jovens descobrindo o mundo das drogas, da imoralidade, do terror...
Em Lucas 12.15 lemos: "Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui."
O Senhor nos adverte quanto a buscar viver de maneira pura, grata e sem ostentação.
"Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; contudo vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé?" (Lucas 12.27-28).
"Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; contudo vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé?" (Lucas 12.27-28).
Devemos depositar sobre Ele nossos anseios e ...descansar. "Descansar" nesse contexto significa despreocupar, prosseguir alegremente, louvando-o a tempo e fora de tempo, independente das perdas ou conquistas.
Não quero dizer que devamos ser negligentes ou irresponsáveis, mas que todo o nosso viver deve ser pautado na palavra do Senhor. Teremos paz em meio a tormenta e o nosso coração não estará aflito.
" Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço" (Salmos 119.165).
Uma coisa é certa: Não importa o quanto o pecado tenha se tornado comum e banal, se nos apegarmos à palavra do Senhor e dela dependermos totalmente, trilharemos nossa peregrina caminhada impermeáveis ao domínio das trevas.
" Firma os meus passos na tua palavra, e não me domine iniquidade alguma" (Salmos 119.133).
" Firma os meus passos na tua palavra, e não me domine iniquidade alguma" (Salmos 119.133).
Que a unção do Senhor seja sobre a nossa vida e que Ele venha tirar toda a cegueira que porventura ainda nos assola, abrindo os nossos olhos para que vejamos, nitidamente, somente aquilo que tem valor eterno.
Fraternalmente,
Elizette Duque
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